segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ai que medo!!!

Achei muito legal esse texto sobre o tão comemorado petróleo do présal...Vale à pena ler até o finalzinho!



A maldição do petróleo


   por Denis Russo Burgierman

O presidente Lula comemorou a imensa descoberta de petróleo ano passado dizendo que "Deus é brasileiro". Antes de celebrar, talvez ele devesse ouvir a opinião do venezuelano Juan Pablo Pérez Alfonso (1903-1979), fundador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Para ele, petróleo não é indício da mão de Deus, mas sim do intestino do demo. Juan Pablo costumava dizer que petróleo é o "excremento do diabo".

Ele sabia do que estava falando, já que viu sua Venezuela erodir suas instituições democráticas e se perder em corrupção. É assim na maioria dos grandes exportadores de petróleo. Quase todos são ditaduras intermináveis, como o Iraque de Saddam e a monarquia saudita. Eles crescem menos que seus vizinhos sem petróleo e seus problemas sociais levam mais tempo para ser resolvidos. Vários são países devastados por guerras civis. Mesmo as democracias do óleo tendem a ser pouco democráticas. Veja o México, onde um mesmo partido, o PRI, ficou no poder por mais de 70 anos. Dos 20 maiores exportadores de petróleo do mundo, 16 são ditaduras. E outros dois - México e Venezuela - são democracias com instituições fracas. A maioria está nos últimos lugares do mundo em desenvolvimento humano, e entre os primeiros em desigualdade e endividamento. É nesse clube que o Brasil está prestes a entrar. Será que devíamos mesmo estar comemorando? E será que tem algum jeito de escapar da "maldição do petróleo"?

Por que petróleo faz tão mal? Como é que uma das mercadorias mais valorizadas do mundo pode gerar pobreza, guerra e autoritarismo? Nos últimos anos, economistas e cientistas políticos encontraram uma série de explicações.

A primeira: petróleo enfraquece a economia. Ele custa tão caro que uma cachoeira de dólares entra no país. Com muitos dólares em caixa, a moeda nacional se valoriza. Resultado, fica barato importar produtos estrangeiros e caro produzir - aí a indústria nacional definha. Só que o preço do petróleo é uma montanha-russa. Em 1990, o barril custava mais de US$ 40. Meses depois, caiu para menos de US$ 20. Enquanto este texto era escrito, um barril custava US$ 135. Essas altas e baixas destroem qualquer um. O preço sobe, o país se alaga de dólares e as indústrias fecham. O preço cai, secam os dólares, o país se endivida e não tem indústria para ajudar.

A segunda: petróleo distancia os políticos do povo. A maioria dos grandes exportadores de petróleo nem cobra impostos da população. Não precisam. Têm dólar sobrando. Os governos não prestam contas a ninguém, roubam descaradamente, torram dinheiro público e a sociedade civil é fraca, desestruturada.

A terceira: petróleo torna a política mais burra. A maioria dos países exportadores não tem um projeto de desenvolvimento, apenas grupos rivais brigando pelo poder - e pelo acesso ao poço de dinheiro. Quando chegam lá, gastam que nem loucos, sem planejamento, para não deixar nada para os rivais.

Quer dizer então que nos ferramos? Não. Num certo sentido, o Brasil deu sorte de virar exportador justo agora, quando estudiosos estão desvendando os mecanismos da maldição e inventando antídotos. Outra sorte é que o nosso petróleo está enterrado bem fundo, e vai demorar para começar a jorrar. Ou seja, dá tempo de nos prepararmos. Só que devemos trabalhar já, antes de o petróleo começar a ser vendido. Veja o que precisamos fazer:

1. Ter um projeto de país. Está na hora de governo, oposição e sociedade civil discutirem que tipo de país nós queremos. Claro que não vamos concordar em tudo, mas dá para alcançar alguns consensos. Por exemplo: o de que precisamos de educação básica decente, de infra-estrutura, de um sistema de saúde, de pesquisa científica, de proteção ao ambiente. O papel da imprensa é discutir essas questões e informar a sociedade, para que todo mundo possa participar. Com todo mundo de acordo com esse projeto, podemos planejar a longo prazo o uso do dinheiro do óleo - e cada governo novo tem a obrigação de continuar o que o anterior começou.

2. Proteger a economia. Quando o dinheiro vier, nos encheremos de dólares. Precisamos evitar que essa dinheirama inunde a economia e supervalorize o real. O ideal é colocar tudo numa conta separada, que precisa ser vigiada de perto pela oposição e pela sociedade civil, para que ninguém tire dela mais do que o permitido. O governo só pode sacar até um certo limite, e deixar o resto guardadinho para os nossos netos. Se o preço do petróleo cair, pode sacar um pouquinho mais para evitar depressão na economia. Se subir, é hora de guardar para tempos bicudos. E tudo o que o governo sacar tem que ser usado para colocar em prática o projeto de país descrito no item 1. Nada de aumentar a gastança do governo.

3. Transparência. O único jeito de evitarmos que surrupiem a grana é abrirmos todas as janelas. Precisamos que cada funcionário do governo tenha obrigação de prestar contas do que faz. Precisamos de organizações independentes destinadas a investigar gastos públicos. Precisamos de uma imprensa menos gritona e mais vigilante e racional. Precisamos que cada órgão do governo tenha como uma de suas funções fiscalizar um outro órgão do governo. Precisamos que o orçamento seja claro, transparente e público. O saldo da conta do dinheiro do petróleo, por exemplo, tem que poder ser acessado online por qualquer brasileiro.

Se fizermos tudo isso, o petróleo não só deixará de ser uma maldição como resolverá a maioria dos problemas do Brasil. Está aí a Noruega, 3a exportadora de petróleo e 2o maior índice de desenvolvimento humano do mundo, para provar que é possível. Mas, se não fizermos a lição de casa... Hmm, a coisa vai feder.

*publicado originalmente na revista SUPER de julho/2008


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Cansei faz tempo!!!

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lula Conta as História dos 3 porquinhos

RS! Tem gente que acredita em estorinhas, né Lula?!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Steve Jobs en Stanford - Parte 2

Steve Jobs em Stanford - Com legendas em Português!! Parte 1

pense...reflita...

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O sorriso mais promissor do mundo!



Não teve jeito!!! O sorriso de Obama finalmente me conquistou. E me encheu de esperanças quanto a uma pessoa melhor para o mundo. Deveria estar dizendo USA, mas ninguém em sã consciencia poderia negar a tremenda influência que este super país tem sobre o resto do planeta e da enorme responsabilidade que o dono do sorriso assume com os americanos e com o restinho da humanidade. Enfim, rogo do fundo do meu coração que Obama não seja apenas um cara mega carismático e que esse sorriso que nos transfere tantos sonhos, venha nos trazer um dia, mais aflições e desalentos.
Comprei recentemente o livro CHANGE WE CAN BELIEVE IN, com os planos de Barack Obama para renovar a promessa americana.

Resolvi traduzir aqui a introdução do livro escrita pelo presidente, então candidato, para que possam conhecer um pouco mais seus pensamentos. Não sou tradutora, então por qualquer falha, peço desculpas antecipadas.
"Desde cedo, há momentos que definem uma geração.
Para meu avô, que marchou com o exército de Patton, e para minha avó, que que trabalhou em um campo de bombas enquanto ele estava em guerra, foi a libertação da Europa e a reconstrução da America que ofereceram a grande oportunidade de transição para a classe média. Décadas depois, homens e mulheres de todos os tipos marcharam e se sacrificaram pelos direitos civis, direitos das mulheres e direitos dos trabalhadores. Pessoas livres de todo o mundo derrubaram o muro e colocaram fim à guerra fria, enquanto revoluções na tecnologia e comunicações reduziram barreiras globais à prosperidade e cooperação.

No princípio deste jovem século, nós enfrentamos nosso próprio momento definitivo. Nossa nação está entre duas guerras - A guerra do Iraque que deve chegar a um fim, e a guerra do Afeganistão, que é e sempre foi o ponto central da luta contra o terrorismo. Nosso planeta está no meio de uma crise climática, e se não agirmos, poderá devastar o mundo de nossas crianças. E nossa economia é um espiral decadente que está custando a milhões de americanos seus lares, empregos e a fé na promessa fundamental da América- A de que não importa de onde você venha, ou como você seja, ou quem sejam seus pais, este é um país no qual você pode fazer acontecer se você tentar.

Mas neste momento de grande desafio existe uma grande oportunidade. Em minhas viagens por este país, eu encontrei que a desilusão com Washington não está limitada a um grupo de pessoas ou região. Abrange democratas, independentes e até republicanos de todos os setores que estão cansados de se desapontar pelo partidarismo político, que nos impede de resolver problemas nas áreas de saúde, energia e educação ano após ano. Estes americanos, e milhões mais, entendem que este é o momento histórico em que não podemos ficar parados. Eles estão prontos para se unir e escolher um novo e melhor futuro para a America.

Estas eleições oferecem esta chance. E este livro é sobre o futuro.

Eu tenho uma visão para a América baseada nos valores que sempre tornaram nossa nação a última melhor esperança da Terra - Valores que foram expressados para mim por muitas pessoas e famílias, em igrejas e reuniões municipais, nos últimos 18 meses. As pessoas com quem encontrei sabem que o governo não pode resolver todos seus problemas, e não esperam isso dele. Elas acreditam na responsabilidade pessoal , trabalho duro e auto-sustentação. Elas não gostam de ver seus impostos serem desperdiçados.

Mas elas também acreditam na oportunidade e na responsabilidade que temos um com os outros. Elas acreditam em uma america onde bons empregos existem para serem conquitados, onde o trabalho duro é recompensado com uma vida decente, e onde todos reconhecemos a verdade fundamental de que Wall Street não pode prosperar enquanto a Main Street (centro da cidade) sucumbe.

Em um mundo globalizado, que se transformou drasticamente nas últimas décadas, buscar este tipo de futuro não será fácil. Irá exigir novos modos de pensar e um novo espírito de cooperação. Nós precisaremos trabalhar duro e estudar mais, e ensinar nossas crianças a trocar o controle remoto e o video game por livros e lições escolares. E acima de tudo, precisaremos do tipo de políticos e políticas em Washington que finalmente reflitam os melhores valores da America.

Não será fácil. Não acontecerá da noite pro dia. Mas estou concorrendo para a presidencia porque acredito que é possível. Acredito que, se neste momento, olharmos além de nossas diferenças e nos focarmos nos desafios que nos afetam, nós poderemos enfrentá-los. É a nossa escolha.

Nós podemos escolher não fazermos nada sobre os empregos que estão desaparecendo e fábricas que estão fechando por mais quatro anos, ou nós podemos decidir que teromos uma política econômica que finalmente encorajará o crescimento e a criação de empregos nos Estados Unidos da América. Nós poderemos ter uma política que acabe com a diminuição de impostos para cooporações que gerem empregos fora do país e fornecer essa redução de impostos a empresas que criem empregos em território nacional. Nós poderemos criar cinco milhões de empregos ecológicos investindo em fontes de energia renováveis como a energia do vento, energia solar e nas próximas gerações de biocombustíveis. E nós poderemso criar mais doia milhões de empregos investindo em nossa infraestrutura decadente e construindo novas escolas, rodovias e pontes. A escolha é nossa.

Nós podemos escolher deixar as famílias que não tem certeza se seu próximo pagamento irá pagar as próximas despesas mensais ou podemos decidir que se você trabalha neste país, você não irá permitir. Nós podemos dar desconto aos consumidores que estão tendo problemas em encher seu tanques com combustível. Nós podemos dar descontos às famílias de classe média e aos aposentados aos invés de dar aos 500 CEOs da Fortune. Nós podemos diminuir os benefícios na área de saúde para aqueles com seguro e torná-los acessíveis àqueles que não os têm. Nós podemos escolher esse futuro.

Nós podemos nos permitir fixarmo-nos ao mesmo debate educacional que consome Washington há décadas, ou podemos chegar ao consenso de que o verdadeiro progresso em educação irá exigir tanto recursos quanto reformas. Irá exigir investimentos na educação primária, recrutando um exército de professores qualificados que receberão mais, mas que consequentemente, também serão mais exigidos, e assegurar uma educação universitária acessível por meio de cursos financiados em troca de serviços comunitários ou nacionais.
E acima de tudo, irá exigir pais envolvidos na esducação de seus filhos desde o início desse processo e sempre. Eu acredito que se nós quisermos que realmente nossas crianças compitam por empregos com crianças em Beijing e Bangalore, todos nós temos um papel importante a desenvolver para assegurar que cada criança receba uma educação globalizada desde o dia em qu nascem até o dia em que se formarem nas universidades.
Nós podemos continuar gastando bilhões de dóllares por mês no Iraque e pedir ao nosso exército para ficar lá indefinidamente, ou podemos responsável e militarmente trazer nossos bravos homens e mulheres de lá e finalizar a luta contra o Al Qaeda e o Taliban no Afeganistão, e renovarmos nossas alianças para entrontrarmos os rumos do século XXI.

Estas são as escolhas que encararemos em novembro e durante os próximos anos -decisões que determinarão o curso das próximas décadas, senão do século. Podemos escolher permanecer neste padrão falido que estamos vivendo por tantos anos ou podemos, juntos, assim como muitas gerações antes de nós, forjar um futuro onde renovaremos a promessa em cada coração do idal americano - que é o lugar onde todos têm a chance de conquistar o que quer se realmente tentar.
Esta é a promessa que deu ao meu avô a chance de ir à faculdade no GI BIll após retornar da Seguna Guerra Mundial e a minha avó d comprar sua primeira casa com empréstimo da Autoridade em Moradia Federal. É a promessa que levou meu pai, que cresceu entre cabras no Kenia, a atravessar o oceano apenas para ter a chance de estudar na America. Permitiu a minha mãe, que criou a minha irmã e a mim como mãe solteira e sem muito dinheiro, a nos enviar para as melhores escolas do país com a ajuda escolar.
E é a promessa que me levou em primeiro lugar para Chicago por todos esses anos. Após a faculdade, muitos de meus amigos foram direto para a faculdade de direito ou arrumaram empregos em Wall Street, e incialmente e fiz a mesma coisa. Mas então, eu parei e apesar das chances que tive, deicidi que deveria fazer minha pequena parte para mudar a situação em que vivemos. E então peguei um emprego com um grupo de igrejas do lado sul que estavam tentando ajudar a vizinhança que tinha sido devastada pela proximidade a uma indústria de aço.
Nós enfrentamos dias duros e nossa parcela de fracasso, mas eu aprendi então que não importa quão grande seja o desafo e quão difícilseja as circinstâncias, mudar é sempre possível se você se prontificar a conquistar isso, e lutar por isso, e acima de tudo, acreditar nisso. No final, este é o maior presente da America para todos que escolheram construir seus lares em suas terras sem fronteiras.
Eu tenho falado muito sobre mudanças nesta campanha, e o propósito deste livro é descrever em detalhes como esta mudança será. Mas eu tenho dito muitas vezes e em vários lugares desta grande nação, e como eu aprendi pelas ruas de Chicago, o único modo de realmente conquistar o futuro que queremos é se nos prontificrmos a trabalhar juntos como nação e povo. Esta será nossa tarefa nos próximos meses e anos, e eu espero me juntar a todos vocês neste desafio."
Grifei em azul trechos que mais me tocaram como mãe e cidadã. Acredito que extrapolando seus ideais para um universo menor, como Araçatuba, os sonhos e objetivos a serem conquistados são parecidos. Progresso, criação de empregos, investimento em infra-estrutura, em educação , saúde...Assim como o cara de sorriso carismático e poderes nucleares, tenho convicção de que precisa estudo para renovarmos conceitos e o modo como a administração de nossa cidade e país têm sido conduzida. Além é claro de boa vontade, doação e trabalho duro. Assumir a responsabilidade pela sua parcela, afinal, vivemos em sociedade e precisamos agir juntos para conquistarmos uma vida melhor a todos...Chega de conversa! Se quiser conhecer a equipe de Obama, clique aqui: Obama's People

sábado, 3 de janeiro de 2009

Acerto de contas - 2008 (Parte II)

Já contei basicamente o que aconteceu em 2008 em minha vida, expliquei o que é o Projeto Crescer e, agora, quero explicar porque algumas mudanças de plano aconteceram neste finalzinho de ano.
Basicamente o seguinte: realizamos o Bingo de Natal em prol do Projeto Crescer da Casa da Criança. O dinheiro arrecadado tem como finalidade a manutenção da professora de apoio escolar e a possível contratação de um professor de computação. Bem como, a manutenção da estrutra física. Entretanto, houve um grande conflito. A Casa estava precisando de dinheiro para acertar suas contas no final de ano. Dinheiro este que deveria ter vindo de convênios com órgãos públicos (prefeitura) e não veio. E também do apoio de voluntariados, que este ano pouco se mobilizaram em prol da entidade.
A diretoria da Casa nos procurou (TEP) pedindo um empréstimo de R$17000,00. Após refletirmos, concordamos em doar à Casa R$5000,00, uma vez que tínhamos um propósito diferente para este dinheiro e eticamente, as pessoas que colaboraram com o Bingo, têm todo o direito de pedir uma prestação de contas de como o dinheiro está sendo empregado.
Tudo certo. A presidente Vitail Brandão aceitou nossa doação e conversamos bastante sobre erros que haviam ocorrido durante a organização do evento, como o fato de que muitas pessoas ajudaram pensando contribuir com a Casa e não com o Projeto. Este fato ficou evidente porque quando a entidade tentou arrecadar fundos, sentiram resistência de pessoas que haviam ajudado ao Projeto Crescer...
Aí surge a questão: Mas o Projeto Crescer não é da Casa da Criança? Sim, é. Entretanto, o dinheiro sempre esteve em uma conta separada, de nossa administração, para que fosse direcionado apenas para a educação das meninas e não para as despesas da entidade. E esse foi o pedido da própria diretoria da Casa, logo no início do Projeto. E se doássemos todo o dinheiro e por algum motivo, esse dinheiro não retornasse e não tivéssemos condição de manter o Projeto? Como poderíamos prestar contas a você e a todos que nos ajudaram?
Então, no dia 30/12/08, fomos cobrados por pessoas externas à Casa da Criança sobre essa mesma questão. E em seguida, ficamos ao par de que comentários maldosos sobre o fato de que não queríamos repassar o dinheiro à entidade, como se estívessemos nos apropriando de tal, estariam passando de boca em boca...Triste, não?!
Acho que não foi uma boa notícia de final de ano. Mas sem nos esquecermos do propósito de ajudar, de nos doarmos aos mais carentes, resolvemos, em reunião com a diretoria da Casa da Criança, repassar todo o dinheiro arrecadado e a total administração deste para a educação das meninas à própria diretoria da entidade. Tomamos esta decisão porque não vale à pena permitir que pessoas invejosas possam nos agredir e vir a prejudicar futuras iniciativas do grupo. Então, fica aqui a explicação deste triste "mal-entendido." E nosso compromisso de não desistir de fazer o bem em 2009!!!